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   Renault apresenta reestruturação global com a Alpine, Dacia e Lada
Publicado em 2021-01-21 na categoria Notícias / Mundo Automóvel


A Renault anunciou um novo plano de reestruturação global, que envolve também as divisões Alpine, Dacia e Lancia. Chamado Renaulution, ele será aplicado em três fases, tendo como objetivo renovar a gama das marcas em torno de veículos elétricos. Outra meta é assumir a liderança dos médios, o chamado segmento C na Europa, sem perder a dianteira nos compactos – este, o segmento B.

De acordo com a Renault, o plano será aplicado em três fases. A primeira chama-se Ressurreição, ficará em vigor entre 2021 e 2023 e terá a missão de fazer a companhia recuperar dinheiro e otimizar custos. A segunda etapa é a Renovação, vigente até 2025, e que pretende aumentar os ganhos por venda com novos produtos. Ou seja: é possível que vejamos medidas drásticas, como a da Ford, de deixar segmentos de maior volume em favor de categorias lucrativas em determinados mercados. Daqui cinco anos, entra em cena a Revolução, focada em tecnologia, energia e novas soluções de mobilidade.

De acordo com De Meo, o plano resultará numa mudança radical de filosofia dentro do Grupo Renault. “Vamos passar de uma empresa de veículos a trabalhar com tecnologia para uma empresa de tecnologia trabalhando com veículos, obtendo pelo menos 20% das nossas receitas com serviços, dados e energia até 2030”, aponta. Para tanto, as marcas controladas pela gigante francesa terão um significativo remanejo interno. “Essa eficiência aprimorada vai alimentar a nossa gama futura: tecnológica, eletrificada e competitiva. E isso deixará nossas marcas mais fortes, cada qual com o seu território claramente diferenciado”, acrescenta.

Dentro do projeto, são aguardados pelo menos 24 lançamentos até 2025, metade deles nos segmentos compacto e médio. Do total, serão 10 carros puramente elétricos. Em termos de sinergia, a companhia reduzirá o número de plataformas de seis para três, somando cerca de 80% do volume fabril sobre três arquiteturas, e diminuirá o número de famílias de propulsores de oito para quatro. O corte também resultará na retração do volume total de produção, passando de quatro milhões em 2019 para 3,1 milhões em 2025.

LIDERANÇA EM ELÉTRICOS NA EUROPA

O Renaulution pretende tornar a Renault uma empresa de referência em termos de eletrificação. Na Europa, metade dos seus lançamentos nos próximos quatro anos serão movidos por eletricidade. O plano inclui criar um “polo elétrico” ao Norte da França, onde ficará a maior fábrica de veículos ecologicamente corretos do grupo, e o desenvolvimento de propulsão por célula de combustível alimentada por hidrogénio mediante parceria/joint-venture. A empresa fala ainda em investir em “segmentos lucrativos” em América Latina e Rússia.

Para ajudar a cobrir o mercado de elétricos, a Renault planeia impulsionar o alcance da Alpine. Agora responsável pelo seu braço esportivo, o que inclui a equipa de Fórmula 1 e a divisão RS, a empresa passará de um produto – o atual A110 – para três: um hatch construído sobre a plataforma CMF-B, um crossover na base CMF-EV derivado do Nissan Ariya e um desportivo a ser desenvolvido em parceria com a Lotus. A meta é tornar a Alpine lucrativa até 2025, fazendo com que a marca expanda operações para além da Europa.

Por fim, Lada e Dacia tornam-se as representantes da companhia no segmento de custo, prometendo sete novidades até 2025: quatro na marca russa, três na romena. No pacote, dois produtos atuarão no segmento C, de médios. O objetivo é reduzir o número de plataformas de quatro para apenas uma e o de carroçarias baixar de 18 para 11. A Dacia ainda terá papel importante para melhorar a eficiência energética, com ênfase em motores a gás GLP e sistemas híbridos, além de reviver “modelos icónicos” da marca.

A Renault encerra o seu comunicado indicando uma aposta alta na divisão de mobilidade Mobilize. Ela receberá investimentos pesados a fim de alcançar a meta de representar 20% das receitas totais do grupo até 2030, oferecendo serviços de mobilidade, dados e energia. A empresa contará ainda com quatro modelos totalmente dedicados: dois para partilha, outro para locação pontual e um último para “entregas finais”, aquelas feitas entre o ponto de armazenagem até o consumidor final.

 

 
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